Municípios que receberam especialistas do Projeto Mais Médicos Especialistas - PMME
V. 0.4.0
Competência: Março 2026
Mapa municípios
Informações dos municípios com especialistas referentes à competência 03/2026.
Porte | Faixa populacional
Metrópole: Acima de 900.000
Grande: 100.001 a 900.000
Médio: 50.001 a 100.000
Pequeno II: 20.001 a 50.000
Pequeno I: Até 20.000
Tamanho da bolinha | Quantidade de especialistas PMME
Bolinha maior: 10 ou mais especialistas
Bolinha grande: 5 a 9 especialistas
Bolinha média: 3 a 4 especialistas
Bolinha pequena: 2 especialistas
Bolinha menor: 1 especialistas
Retenção por meses desde a entrada
Informações dos especialistas referentes às competências 10/2025 a 03/2026 baseadas na presença dos especialistas em cada competência.
Primeira chamada: primeira competência de registro em outubro ou novembro de 2025 (n=324)
Segunda chamada: primeira competência de registro entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026 (n=274)
As chamadas foram definidas pela primeira competência de registro de cada especialista, devido a inconsistências identificadas na variável “chamada” do banco de dados. Março/2026 não apresenta novos ingressos, pois corresponde à última competência disponível no período analisado.
Devido à discrepância observada entre a presença nas competências e as variáveis de início e encerramento de atividades, este gráfico não considera as variáveis “inicio_atividade” e “encerramento_atividades”. Essas variáveis são utilizadas na seção seguinte: “Retenção entre início e encerramento de atividades”.
A evasão de especialistas da primeira chamada no projeto ao longo dos meses é lenta e consistente, com 91,4% de permanência dos especialistas após 5 meses.
Os especialistas da segunda chamada tiveram uma redução relativamente abrupta no terceiro mês, de 96,8% a 89,4%.
Retenção entre início e encerramento de atividades
Informações dos especialistas referentes às competências 10/2025 a 03/2026.
Informações baseadas nas variáveis “inicio_atividade” e “encerramento_atividades”.
O período considerado para cada especialista vai da competência correspondente ao seu mês de início de atividade até a competência correspondente ao seu mês de encerramento. Especialistas sem data de encerramento registrada são considerados ativos até a última competência disponível.
Como discutido na seção anterior, há discrepâncias entre essas variáveis e a presença efetiva nas competências. Portanto, os resultados devem ser interpretados com cautela e em conjunto com o gráfico anterior.
A evasão de especialistas da primeira chamada no projeto ao longo dos meses é lenta e consistente, com 92,4% de permanência dos especialistas após 5 meses.
Apesar da discrepância observada entre variáveis de competência e início e encerramento das atividades, os padrões observados são similares nos dois gráficos, portanto, “inicio_atividade” e competência se mostraram consistentes para a primeira chamada.
Os especialistas da segunda chamada tiveram uma redução abrupta no terceiro mês, de 96% a 88,6%, com queda mais acentuada que no gráfico por competência, reforçando a necessidade de interpretação conjunta dos dois gráficos.
Especialidades por região
Informações dos especialistas referentes à competência 03/2026. Total de especialistas: 551.
Entre os 447 especialistas com RQE preenchido (81,1% do total), 45,3% possuem apenas uma especialidade registrada, enquanto 54,7% possuem duas ou mais. A maioria (83,9%) possui RQE na especialidade correspondente ao curso de aprimoramento, sendo os casos divergentes concentrados em especialidades com sobreposição clínica reconhecida, como Mastologia e Gastroenterologia.
| N de especialidades | N de especialistas | % |
|---|---|---|
| 1 | 203 | 45.3 |
| 2 | 167 | 37.3 |
| 3 | 54 | 12.1 |
| 4 | 20 | 4.5 |
| 5 | 3 | 0.7 |
| 9 | 1 | 0.2 |
Dicionário da relação entre a especialidade, Registro de Qualificação de Especialidade (RQE) e itinerário formativo dos especialistas considerado nas seções Especialidades por região e Especialidades por faixa de vulnerabilidade territorial:
| Nº curso | Nome curso | Especialidade | RQE considerados |
|---|---|---|---|
| 1 | Anestesiologia Perioperatória e Sedação Segura | Anestesiologia | Anestesiologia |
| 2 | Cirurgia Geral Minimamente Invasiva | Cirurgia Geral | Cirurgia Geral |
| 3 | Cirurgia Oncológica Avançada | Cirurgia Oncológica | Cirurgia Oncológica, Cirurgia Geral |
| 4 | Cirurgia Coloproctológica com Foco em Tumores Colorretais | Coloproctologia | Coloproctologia |
| 5 | Cirurgia do Aparelho Digestivo com Foco em Tumores Digestivos | Cirurgia do Aparelho Digestivo | Cirurgia do Aparelho Digestivo, Cirurgia Geral, Cirurgia Oncológica, Cirurgia Videolaparoscópica |
| 6 | Cirurgia Ginecológica com Foco em Tumores Ginecológicos | Ginecologia e Obstetrícia | Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia Geral, Cirurgia Oncológica |
| 7 | Colonoscopia Diagnóstica e Terapêutica no SUS | Gastroenterologia | Gastroenterologia, Cirurgia Geral, Coloproctologia, Endoscopia |
| 8 | Colposcopia e Doenças do Trato Genital Inferior | Ginecologia e Obstetrícia | Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia Geral, Cirurgia Oncológica |
| 9 | Ecocardiografia Transtorácica Aplicada ao SUS | Cardiologia | Cardiologia |
| 10 | Endoscopia Digestiva Avançada e Procedimentos Terapêuticos | Endoscopia | Endoscopia, Endoscopia Digestiva |
| 11 | Endoscopia Digestiva Alta Diagnóstica e Terapêutica | Endoscopia | Endoscopia, Endoscopia Digestiva |
| 12 | Oncologia Clínica: Cânceres Prevalentes no SUS | Oncologia Clínica | Oncologia Clínica, Clínica Médica |
| 13 | Radioterapia: Planejamento e Execução no SUS | Radiologia | Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Radioterapia |
| 14 | Ultrassonografia Mamária Diagnóstica e Intervencionista | Mastologia | Mastologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Ultrassonografia Geral, Ginecologia e Obstetrícia |
| 15 | Videolaringoscopia e Endoscopia Nasofaríngea | Otorrinolaringologia | Otorrinolaringologia |
| 16 | Anatomia Patológica com Ênfase em Oncologia e Diagnóstico | Patologia | Patologia |
Nota: A comparação entre a especialidade atribuída pelo dicionário de cursos e o RQE registrado no CFM confirma o alinhamento da classificação adotada. Entre os 447 especialistas com RQE preenchido (81,1%), 83,9% possuem registro na especialidade correspondente ao curso. Os 16,1% restantes possuem RQE em especialidades com sobreposição clínica reconhecida (como Radiologia e Ultrassonografia para Mastologia, ou Cirurgia Geral para Gastroenterologia) sendo mantidos na classificação original do dicionário.
O perfil das especialidades varia consideravelmente por região, conforme esperado se a alocação dos especialistas considerar características regionais de saúde.
O Nordeste se destaca por concentrar a maior parte dos especialistas em quase todas as especialidades, refletindo o maior número absoluto de especialistas na região (335 de 551).
As especialidades com maior concentração no Nordeste são Coloproctologia (81,2% dos especialistas dessa especialidade estão no Nordeste), Endoscopia (75,7%), Cirurgia do Aparelho Digestivo (75%), Cirurgia Geral (75,9%) e Cardiologia (75%).
O Norte apresenta distribuição mais diversificada, com destaque para Otorrinolaringologia (15,9%) e Gastroenterologia (17,1%), proporções acima da média da região. Não há registros de Coloproctologia e Cardiologia relevantes nessa região.
O Sudeste concentra proporção expressiva de Radiologia (50%) e Ginecologia e Obstetrícia (36,8%), desproporcional em relação às demais especialidades na região. Apesar de ser a segunda região em número absoluto (124 especialistas), recebe menos especialistas proporcionalmente, possivelmente refletindo o foco do programa em regiões mais vulneráveis.
O Centro-Oeste apresenta concentração expressiva em Mastologia (45% dos mastologistas estão nessa região) e Anestesiologia (25%), com apenas 5 especialidades representadas e 20 especialistas no total: a menor quantidade entre as regiões.
O Sul conta com apenas 5 especialistas, insuficiente para interpretações conclusivas sobre o perfil de especialidades na região.
Especialidades por faixa de vulnerabilidade territorial
Informações dos especialistas referentes à competência 03/2026. Total de especialistas: 551.
A Faixa 1 (Muito alta vulnerabilidade) concentra proporção expressiva de Anestesiologia (47,7% dos anestesiologistas estão em municípios de Faixa 1) e Otorrinolaringologia (43,2%), sugerindo especialidades de suporte cirúrgico com maior presença nos municípios mais vulneráveis. Em contrapartida, especialidades de maior complexidade como Cirurgia do Aparelho Digestivo, Patologia, Radiologia e Cirurgia Oncológica estão completamente ausentes nessa faixa.
A Faixa 2 (Alta vulnerabilidade) é a que concentra o maior número absoluto de especialistas (276 de 551) e domina em especialidades como Cardiologia (68,8%), Endoscopia (67,6%) e Gastroenterologia (65,7%).
A Faixa 3 (Média a baixa vulnerabilidade) concentra as especialidades de maior complexidade tecnológica e estrutural: Patologia (57,1%), Cirurgia Oncológica (50%), Radiologia (50%) e Coloproctologia (43,8%). Possivelmente por serem especialidades que requerem equipamentos e estrutura hospitalar mais sofisticada, tipicamente disponíveis em municípios com menor vulnerabilidade.
De modo geral, especialidades de suporte cirúrgico chegam prioritariamente aos municípios mais vulneráveis, enquanto especialidades de alta complexidade concentram-se onde há maior infraestrutura disponível. Este padrão pode refletir tanto a demanda local quanto a oferta de vagas pelo programa.
Mapa cotas ocupadas por estado
Proporção de cotas ocupadas por estado dos municípios com especialistas referentes à competência 03/2026.
Nota: 29 especialistas sem cota informada foram excluídos da análise.
A proporção de cotas nas das vagas imediatas oferecidas em setembro de 2025 é próxima à esperada pela política de cotas, conforme tabela abaixo.
Comparação de cotas oferecidas vs ocupadas
| Tipo | AC (n) | ER (n) | PcD (n) | Total | % AC | % ER | % PcD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Vagas imediatas oferecidas | 519 | 128 | 31 | 678 | 76,5% | 18,9% | 4,6% |
| Vagas ocupadas | 509 | 8 | 5 | 522 | 97,5% | 1,5% | 1,0% |
Já a proporção de cotas ocupadas em março de 2026 mostra um descolamento entre a política de cotas planejada e a ocupação real.
A baixa ocupação das vagas étnico-raciais e de Pessoas com Deficiência pode indicar baixa candidatura de profissionais elegíveis, dificuldades no processo seletivo, ou falta de divulgação.
Porém, é importante observar que a distribuição das cotas oferecidas por estado e por curso é muito variável (ver seções Mapa cotas oferecidas por estado e Cotas oferecidas por curso), o que também pode ter influenciado a ocupação das vagas.
Cotas ocupadas por curso
Proporção de cotas ocupadas por curso dos especialistas referentes à competência 03/2026.
Nota: 29 especialistas sem cota informada foram excluídos da análise.
Entre os cursos oferecidos, também há uma relativa baixa ocupação das vagas étnico-raciais e de Pessoas com Deficiência.
Raça/cor dos especialistas por região
Proporção de raça/cor dos especialistas referentes à competência 03/2026.N = 551.
Perfil de cota e raça/cor
Oferta e ocupação de vagas por perfil de cota étnico-racial (ER) e raça/cor, por região
Nas vagas ofertadas, a proporção de vagas ER e de AC no Norte é a maior, com 31% de vagas ER reservadas, e no Sul é a menor, com aproximadamente 12% de vegas ER.
No gráfico dos especialistas ocupando vagas, os percentuais mostram a composição racial dos ocupantes. Em todas as regiões, a proporção de especialistas ER-elegíveis ocupando vagas é maior do que a proporção de vagas ER ofertadas.
Por exemplo, no:
Norte: 31% de vagas ER ofertadas, com 48% dos ocupantes ER-elegíveis
Centro-Oeste: 29% ofertadas, 50% ocupantes ER
Sudeste: 22% ofertadas, 43% ocupantes ER
Nordeste: 11% ofertadas, 44% ocupantes ER, sendo a maior discrepância
observada entre oferta e ocupação
Isto indica que o programa está atraindo proporcionalmente mais profissionais negros/pardos/indígenas do que as cotas reservadas para eles. Apesar de ser um interessante resultado de equidade, a maioria desses profissionais veio pela AC, não pela cota ER.
Informações municípios
Municípios com especialistas referentes à competência 03/2026
Os especialistas se concentram no litoral e em capitais regionais, com presença mais esparsa no interior do país. Os municípios com mais profissionais aparecem predominantemente no Nordeste e em cidades médias do interior, indicando alcance de territórios além das grandes metrópoles.
Municípios com alta densidade populacional tendem a estar no Nordeste e Sudeste. O Nordeste demonstra distribuição mais pulverizada e maior número de especialistas em relação ao Sul e Sudeste, que receberam relativamente menos especialistas, em alinhamento com o foco do programa em regiões mais vulneráveis.
Municípios amazônicos com baixa densidade recebem diversos especialistas, apesar dos contextos de grande extensão territorial e difícil acesso.
Nas regiões Norte e Centro-Oeste há relativamente muitos especialistas em municípios de baixa densidade populacional, confirmando a priorização pelo programa de territórios que tendem a possuir escassez de especialistas.
Instituições formadoras e especialistas
Mapa origem e destino especialistas
Informações sobre trajetos dos especialistas do seus municípios de atuação aos locais das Instituições formadoras.
Competência março de 2026: 289 de 551 especialistas que possuem informação de local instituição formadora
Fontes: Quadro 3 - Vinculação de instituições formadoras retificado, 29/09/2025, e cruzamento com dados dos especialistas na competência de março de 2026
Especialistas saem de todo o Brasil, mas estão concentrados no Nordeste e Norte
Fluxo convergente para o Sudeste e Sul: a maioria dos especialistas fazem a etapa presencial em cursos em São Paulo e Porto Alegre
Cerca de 1/4 dos especialistas do Nordeste realizam o curso em instituições do próprio Nordeste
Importante: 262 especialistas (48%) ainda sem informação de instituição formadora: o padrão real pode diferir do ilustrado
Especialistas por município do curso
Informações sobre trajetos dos especialistas do seus municípios de atuação aos locais das Instituições formadoras.
Competência março de 2026: 289 de 551 especialistas que possuem informação de local instituição formadora
Fontes: Quadro 3 - Vinculação de instituições formadoras retificado, 29/09/2025, e cruzamento com dados dos especialistas na competência de março de 2026
Concentração de cursos realizados em São Paulo: 178 especialistas (61,6%). Reflete a concentração de grandes hospitais de referência
Nordeste tem presença relevante, com 5 cidades ofertando cursos
Importante: 262 especialistas (48%) ainda sem informação de instituição formadora: o padrão real pode diferir do ilustrado
Região de trabalho vs do curso
Competência março de 2026: 289 de 551 especialistas com informação de local instituição formadora
Informações sobre a distribuição de especialistas por cidade da instituição formadora.
Fonte: Quadro 3 - Vinculação de instituições formadoras retificado, 29/09/2025, e cruzamento com dados dos especialistas na competência de março de 2026
Sudeste é polo dominante, especialistas de todas as regiões fazem cursos no Sudeste, exceto especialistas do Sul, com 40% que fazem cursos do Sudeste e 60% do próprio Sul
Nordeste, Sul e Sudeste são regiões que mais possuem especialistas realizando cursos em instituições de suas próprias regiões
Nenhum especialista realiza curso da região Centro-Oeste
Importante: 262 especialistas (48%) ainda sem informação de instituição formadora: o padrão real pode diferir do ilustrado
Vagas oferecidas: Setembro 2025
Mapa vagas
Informações sobre cursos e vagas oferecidos aos especialistas por município. Fonte: Quadro de vagas e serviços
Publicado pelo Ministério da Saúde em 29/09/2025
Informações vagas
Cursos e vagas oferecidos aos especialistas por município. Fonte: Quadro de vagas e serviços
Publicado pelo Ministério da Saúde em 29/09/2025
Segundo as diretrizes do PMME, a formação é estruturada em itinerários formativos teórico-práticos, que incluem:
Atividades assistenciais supervisionadas
Aulas teóricas presenciais e à distância
Mentorias clínicas e cirúrgicas
Imersões presenciais em polos regionais e serviços de referência
Em relação às ofertas, Boa Vista (RR) se destaca, com oferta de 14 cursos e 56 vagas para esse município. Floriano e Picos (PI) com 13 cursos cada, e 40 vagas no total. Minas Gerais concentra muitos especialistas e recebe muitas ofertas de vagas: 9 a 10 cursos, e 445 vagas, no total.
Alguns territórios funcionam como polos regionais de aprimoramento, devido à infraestrutura hospitalar disponível. Além disso, critérios como a necessidade regional e escassez de especialistas podem influenciar a escolha das instituições que ofereceram cursos no PMME.
Cursos por faixa de vulnerabilidade
Informações da quantidade de vagas oferecidas por curso e faixa de vulnerabilidade territorial. Fonte: Quadro de vagas e serviços
Publicado pelo Ministério da Saúde em 29/09/2025
A distribuição não é uniforme entre os cursos.
O curso 7, de Colonoscopia e o curso 11, de Endoscopia Digestiva Alta concentram o maior volume de vagas em todas as faixas.
Cursos como Radioterapia (13) e Anatomia Patológica (16) não têm vagas para especialistas em territórios de maior dificuldade de atração (Faixa 1).
O curso 8, de Colposcopia é o curso mais equilibrado entre as faixas.
Proporção por faixa de vulnerabilidade
Informações de proporção de municípios vs vagas dos cursos oferecidas aos municípios por faixa de vulnerabilidade territorial. Fonte: Quadro de vagas e serviços
Publicado pelo Ministério da Saúde em 29/09/2025
| Faixa | Municípios | Vagas | % Municípios | % Vagas | Vagas/Município |
|---|---|---|---|---|---|
| Faixa 1 — Muito Alta Vulnerabilidade | 102 | 401 | 27,7% | 22,0% | 3,9 |
| Faixa 2 — Alta Vulnerabilidade | 107 | 629 | 29,1% | 34,5% | 5,9 |
| Faixa 3 — Média a Baixa Vulnerabilidade | 159 | 793 | 43,2% | 43,5% | 5,0 |
Os territórios com maior dificuldade de atração de profissionais (Faixa 1) recebem uma proporção de vagas nos cursos um pouco menor (22%) em relação à sua representação no programa (27,7 %).
Já os territórios da faixa 2, com alta vulnerabilidade e alta dificuldade de atração, possuem proporcionalmente mais vagas nos cursos (34,5%) em relação à atuação dos especialistas nos municípios dessa faixa (29,1%).
Os territórios da faixa 3, com média a baixa dificuldade de atração, têm cursos e atuação dos especialistas distribuídos de forma proporcional: possuem especialistas em 43,2% dos municípios e possuem 43,5% das vagas dos cursos.
Mapa cotas oferecidas por estado
Proporção e número de cotas das vagas imediatas e reserva oferecidas por estado. Fonte: Quadro de vagas e serviços
Publicado pelo Ministério da Saúde em 29/09/2025
Os estados de Amapá e Roraima se destacam em relação ao oferecimento de vagas ER e para PcD.
Embora os estados do Nordeste demonstrem relativamente grande diversidade nos tipos de vagas oferecidas, Bahia, Sergipe e Paraíba só oferecem vagas de ampla concorrência.
Os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Brasília também oferecem somente vagas de ampla concorrência, sem atender à política de cotas.
Cotas oferecidas por curso
Proporção de cotas imediatas e reserva por curso oferecido. Fonte: Quadro de vagas e serviços
Publicado pelo Ministério da Saúde em 29/09/2025
Há de 67% a 86% das vagas de ampla concorrência (AC) em todos os cursos.
Cursos cirúrgicos oncológicos (Coloproctologia, Cirurgia Ginecológica, Cirurgia Oncológica) têm as maiores proporções de vagas AC e as menores proporções de vagas na categoria étnico-racial (ER).
O curso 16, de Anatomia Patológica, é o único curso sem nenhuma vaga para pessoas com deficiência (PcD). Essa categoria possui 2 a 9% das vagas nos outros cursos, enquanto a ER possui 12 a 23% das vagas.